A lesão medular altera a comunicação entre o cérebro e as partes do corpo abaixo do nível da lesão, com repercussões sobre movimento, sensibilidade e funções autonômicas. O nível e a extensão determinam quadros bastante distintos.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
A fisioterapia trabalha força, mobilidade, transferências, controle postural e, quando há indicação, treino de marcha com suporte. A terapia ocupacional foca independência nas atividades diárias, adaptações e recursos. A psicologia acompanha o processo de reorganização da vida que uma lesão medular impõe.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.