A paralisia cerebral reúne alterações do movimento e da postura decorrentes de uma lesão no cérebro em desenvolvimento. A lesão não é progressiva, mas suas repercussões mudam ao longo do crescimento, o que torna o acompanhamento continuado, e não pontual.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
O acompanhamento se organiza em torno de objetivos funcionais definidos com a família e revistos periodicamente. Fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia costumam estar envolvidas, e recursos como a gaiola de habilidades ou programas intensivos podem compor o plano quando a avaliação indicar. A participação da família é parte estruturante do processo.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.