O AVC interrompe o fluxo de sangue em uma região do cérebro e pode afetar movimento, fala, deglutição, cognição e a independência nas atividades do dia a dia. As repercussões variam muito conforme a área atingida e a extensão da lesão e por isso o acompanhamento nunca é padronizado.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
A reabilitação após um AVC é frequentemente interdisciplinar. A fisioterapia trabalha movimento, equilíbrio, marcha e funcionalidade; a fonoaudiologia acompanha fala, linguagem e deglutição; a terapia ocupacional retoma a independência nas atividades diárias; a neuropsicologia avalia e acompanha o funcionamento cognitivo; e a psicologia oferece espaço tanto para a pessoa quanto para quem cuida dela. Quais áreas participam, e em que intensidade, é definido a partir da avaliação e revisto ao longo do processo.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.